Meus palpites

Eu acho que é um dos momentos mais divertidos da Copa, ficar rabiscando a lista de palpites e depois conferir o que errou ou acertou. Enfim, decidi fazer a minha e deixar registrada aqui. Nunca se sabe, vai que eu acerto tudo e de repente faço fama tipo Mãe Dinah?

Só devo avisar uma coisa: eu fui muito otimista. O Brasil terá algumas pedreiras pela frente, o que inclui uma possível Itália nas oitavas. Não quero nem pensar nisso, prefiro torcer para zebras, aff!

Então, aos palpites!

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O Grito do Sr. e da Sra. Smith que são Dois Filhos de Francisco dos Olhos de Vidro

(Ou: “Filmes do Final de Semana” :mrpurple: )

Bom, nada como um frio repentino e muita preguiça para dar uma olhada no que há de novo (ou não tão novo hehe) no cinema. Continuo achando que 2005 é um dos anos mais fracos para o cinema, talvez eu tenha visto os filmes errados, talvez Bill Murray nos salve, talvez faltaram coisas udigrudi, vá saber. Mas não vi nada de MUITO animador.

Bom, mas vamos lá, para os comentários gerais sobre os filmes do final de semana.

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Um presente.

Sexta enquanto falávamos de inovações editoriais (digamos assim, hehe) a Luci pegou uma revista para ilustrar o que não tinha no tempo dela. A questão da qualidade do papel, fontes diferentes (e de cores diferentes), diagramação e tudo o mais. Pois bem, eu achei a revista linda e claro que fiquei toda felizinha quando a Luci disse que podia levar, que era presente.

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Nós, os fetichistas.

Breve relatos sobre o fetiche na vida de amantes dos Livros:

1. Carla*, jovem com problema de visão acaba sendo proibida de ler. Tem no quarto uma prateleira com alguns livros, os quais a mãe sempre conferia para saber se ela não estava burlando as ordens médicas às escondidas. O que a mãe não sabia, é que ela tinha criado um sistema: dez livros novos eram comprados, os outros dez antigos substituídos. E com isso Carla conseguiu acumular mais de três mil livros.

2. Pedro*, sujeito que após vencer concurso de Literatura, comprou um apartamento novo com uma única finalidade: guardar seus livros. Obcecado, tem todas as edições possíveis dos livros mais “importantes”. Na verdade, costuma ter mais de um exemplar de cada edição.

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The Loch Ness Monster’s Song

Como eu tinha prometido, a outra descoberta poética do último dia de aula, The Loch Ness Monster’s Song de Edwin Morgan:

Sssnnnwhuffffll?
Hnwhuffl hhnnwfl hnfl hfl?
Gdroblboblhobngbl gbl gl g g g g glbgl.
Drublhaflablhaflubhafgabhaflhafl fl fl –
gm grawwwww grf grawf awfgm graw gm.
Hovoplodok – doplodovok – plovodokot – doplodokosh?
Splgraw fok fok splgrafhatchgabrlgabrl fok splfok!
Zgra kra gka fok!
Grof grawff gahf?
Gombl mbl bl –
blm plm,
blm plm,
blm plm,
blp

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Eu vejo um museu de grandes novidades

Crianças, não esqueçam: Roy Lichtenstein em Curitiba! De 02 de dezembro até 05 de março de 2006.

Horário: de terça a domingo, das 10h às 18h
Ingressos: R$ 4,00 adultos e R$ 2,00 estudantes identificados. (Crianças de até 12 anos, maiores de 60 e grupos de estudantes de escolas públicas pré-agendados não pagam)
Local: Museu Oscar Niemeyer – Rua Marechal Hermes, 999 – 3350.4400

Eu vou :joy:

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Nem sempre ganhando, nem sempre perdendo…

Algumas pessoas costumam dizer que time só pode ter um, que ter dois times do coração é o mesmo que torcer pra um e depois trocar a camisa e coisas do tipo. Eu discordo, e tenho três times do coração: Vasco, Coxa e Juve. Tenho algumas simpatias também, como por exemplo o Grêmio, o Arsenal e o Ajax, mas não é nada demais (tipo “torcer se não tem mais nenhum jogo passando na tv”).

E sabe, nesse final de semana descobri uma ótima utilidade para o fato de torcer para mais de um time! Tcharam! Na verdade, duas utilidades, de certa forma complementares:

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Mordendo a Língua

Ok, retiro o que eu disse. Quer dizer, em parte… continuo achando aquele soneto do Shakespeare meio brocochô, mas a última aula do ano rendeu algumas ótimas descobertas. Como tenho que me preparar para viajar e não tenho muito tempo agora, deixo para falar do Edwin Morgan para quando eu voltar. Por enquanto, deixo uma poesia que achei MUITO bacana de um sujeito de quem nunca tinha ouvido falar, o Dana Gioia.

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Shakespeare in Love

Quando comecei o curso de Letras, no dia do meu trote (o que deve bater mais ou menos com a mesma época da Santa Ceia), um veterano disse:

“O problema de Letras é que você entra no curso porque ama Literatura e sai daqui odiando”

E bem, eu sempre achei que fosse um certo exagero da parte dele, mas hoje eu entendi mais ou menos o que ele quis dizer. Saí correndo da faculdade para casa, porque tinha que fazer um trabalho sobre uma poesia do Shakespeare. E sabe, eu estava bem animada, até fui procurar livros na biblioteca e tudo o mais, porque afinal de contas, eu amoooo Shakespeare.

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Os Nerds Também Amam

Bom, eu não comento sobre esse meu lado negro por aqui, mas enfim, eu costumo responder dúvidas de usuários no Helpdesk da Valinor. E o fato é que o tal do Helpdesk está sempre lotado de spams (que apago eventualmente junto com dúvida de usuário 😳 ). Aí hoje fiquei reparando no que normalmente colocam no ‘assunto’ e bem, eu estou achando que os spammers contam com a carência e solidão do nerd para chamar a atenção.

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