All you need is love!

ou: Filmes do Final de Semana :dente:

Na Ponta dos Pés : Mulher descobre que está grávida de um homem que é o único que tem estatura média em uma família de anões. Resolve ter o filho do mesmo jeito, porque não importa a altura, o que importa é o amor.

Carne Branca: Jovem apaixona-se perdidamente por uma garota, mas descobre que ela é um súcubo e quer na verdade é ter um filho homem para dominar o mundo. O rapaz engravida a moça, porque não importa se ela é súcubo, o que importa é o amor.

Nos Olhos do Gato: Rapaz pensa que sua noiva está morta em Calcutá, quando percebe que na verdade caiu em uma rede de mentiras criada pela noiva e pela melhor amiga da noiva (por acaso, amante dele). Depois de muito sexo, o rapaz decide sair correndo atrás da noiva supostamente morta, mas volta para a amante que está grávida, porque não importa a mentira, o que importa é o sexo amor.

THX 1138 Hmmm… bem… o que importa é o amor. :mrpurple:

Continue lendo “All you need is love!”

Pequeno Dicionário Amoroso

Qual a melhor forma de curar um coração partido? Cultura. De preferência, lendo livros e assistindo filmes que tenham algo a ver com o que você está passando, o que de certa forma é um jeito de perceber que você não é a única pessoa a passar por isso; que não, não é o fim do mundo e que logo vira só lembrança.

Enfim, em um desses momentos de coração partido, estava eu acordada de madrugada, pensando em como era uma pessoa triste e miserável que provavelmente morreria sozinha, quando começa a passar na tv O Pequeno Dicionário Amoroso.

Continue lendo “Pequeno Dicionário Amoroso”

Abrindo um antigo caderno…

…foi que eu descobri
antigamente eu era eterno.
(Leminski)

Então. Eis que procurando meu tarot eu encontro uma tentativa de livro escrito a várias mãos, de 1995. Eu e minha amiga Liane (depois com contribuição de nossos outros amigos: a Pati, o Magalha, a Mel e a Camila Richter) tivemos a idéia de contar “coisas sobre nossa vida”, era quase um diário.

E, em determinado momento, começamos a escrever nossos perfis. Eis o meu:

Continue lendo “Abrindo um antigo caderno…”

Duas perguntas:

Antes de mais nada: jingle da Skol? Qual é o jingle da Skol? Eu gostei da propaganda da Brahma com o Zeca Pagodinho, super emocionante aquela coisa de trazer uma estrela e tudo o mais, embora meu coração diga que não haverá estrela para o Brasil esse ano.

Ok, agora a segunda pergunta: alguém poderia por favor dizer onde foi parar a programação legalzona do Multishow? Eu lembro que ficava quase que direto assistindo esse canal quando tinha lá meus 15 anos de idade. Passava Monty Python, Ren&Stimpy, Os Vingadores, O Fantasma em 2040, My So Called Life, Anos Incríveis… Era muito bom. Agora… bem, dava para dizer que tem Sex and the City, mas isso tem na Fox também.

De qualquer forma, relembrando os bons tempos do canal, resolvi fazer uma homenagem ao meu programa favorito, Monty Python é claro. Somando à série e aos filmes, vamos ao top 5…

Continue lendo “Duas perguntas:”

And there is Death.

Depois que você perde uma pessoa muito próxima, a tendência é que fique com medo de perder outras, não? Bem, no meu caso não foi assim, e acredito que tenha a ver com o fato de ter acontecido muito cedo. Morte não era bem o assunto que passava pela minha cabeça, pelo menos não a morte de pessoas da minha vida.

E então o Puck morreu no ano passado.

E sim, eu sei que ele não é uma pessoa, mas esteve comigo durante nove anos. Além disso, eu gostava muito dele (aquela história de Teresa e Karenin que só quem leu A Insustentável Leveza do Ser pode entender) e acompanhei todo o processo, desde que começou a ficar desanimado até quando não conseguia mais comer. E sério, foi doído paca.

Continue lendo “And there is Death.”

Promessas, Flores Partidas e afins

Só para não esquecer, um “resoluções de ano novo revisited”:

Esse ano quero conhecer Cortázar e Faulkner. Quero tirar carteira de motorista, criar um gatinho novo e pintar o cabelo com alguma cor diferente. Quero andar de bicicleta outra vez. Tirar um dia de chuva para ler Allan Poe embaixo do cobertor ouvindo Smiths como costumava fazer. Voltar a colecionar Dylan Dog. Aprender a fazer arroz branco soltinho. Me formar e encarar mestrado. Você sabe, o básico. Felicidade. Continue lendo “Promessas, Flores Partidas e afins”

Mais um ano vai, mais um ano vem…

… o resto da música eu esqueci :dente: Só lembro que tinha algo como “É o que a Brahmaaaaaa vem desejaaaar… Feliz Natal e um lindo Ano Novo, Ano Novo, Ano Novo!!!!!” hehe. Ok, piras publicitárias à parte, estou aqui para fechar as portas do ano de 2005. Então, sigam até o balcão, paguem a conta e chispem porque ainda preciso passar um pano no chão.

Um ótimo 2006 para todos vocês, que todos os seus sonhos se realizem, que vocês consigam o índice para o mundial de bocha e perder alguns quilinhos, e tudo o mais. :joy:

Gullivera

Quando me perguntam se vale a pena comprar Noites Sem Fim do Neil Gaiman, costumo dizer que se você é fã e se gosta bastante da arte de uma HQ (não só o texto), vale a pena sim. Porque no final das contas, as histórias são todas razoáveis sendo que o charme mesmo fica por conta dos artistas (a história do Destino ilustrada pelo Quitely é um exemplo do que estou dizendo).

De qualquer forma, Noites Sem Fim valeu a pena porque foi através da história de Desejo que conheci a arte do Milo Manara, que fez o/a Desejo mais bacana que já vi (embora eu tenha uma queda pelo/a Desejo do Mike Dringenberg também.

Continue lendo “Gullivera”

Detetive

Minha infância foi marcada pelos jogos de tabuleiro. Passei horas jogando até me tornar uma milionária no Jogo da Vida, chutei longe todas as pecinhas do War, me dava muito bem com Cotidiano e Entretenimento mas acabava me ferrando em Artes e Ciências no Master… E me divertia muito, mas muito mesmo com o Detetive.

Eu sei de caso de pessoas que nunca jogaram (cofcof), o que até pouco tempo atrás achava impossível. Para essas pessoas, sugiro a leitura desse FAQ aqui, que poupará o tempo da explicação.

Continue lendo “Detetive”

A song that isn’t mine anymore

Não lembro mais quem comentou comigo sobre uma entrevista que fizeram com o Arnaldo Antunes, sobre regravaçoes de músicas dele e o sucesso que elas faziam (casos como “Socorro”, que ele compôs com a Alice Ruiz e foi regravada pela Cássia Eller). Aí ele respondeu que a música não era dele, que música era viva. Que a partir do momento que era criada, era de todo mundo. Eu tenho certeza que ele disse isso de forma muito mais poética e bonita, como de costume, mas enfim, estou me apoiando em minha pobre memória para relatar essa idéia que achei tão bacana.

Continue lendo “A song that isn’t mine anymore”